Pré-candidata reforça que decisões judiciais precisam transmitir à sociedade a sensação de igualdade perante a lei
A justiça é um dos pilares fundamentais da democracia. É por meio dela que a sociedade espera encontrar equilíbrio, coerência, proteção aos direitos e respeito à vida. No entanto, quando decisões judiciais geram na população a percepção de tratamentos desiguais, é natural que surjam questionamentos, debates e cobranças por mais transparência.
Uma imagem que circula nas redes sociais trouxe novamente esse tema ao debate público ao comparar dois casos judiciais que provocaram forte reação popular. De um lado, a referência a uma absolvição em um caso envolvendo a morte de uma criança. De outro, a menção a uma condenação de 14 anos relacionada a um episódio de dano a patrimônio público.

Ainda que cada processo tenha suas próprias provas, circunstâncias e fundamentos jurídicos, a comparação despertou uma reflexão importante: a sociedade precisa confiar que a lei é aplicada de forma igual para todos, sem privilégios, seletividade ou distorções.
Para Maria Yvelônia, a justiça deve ser exercida com responsabilidade, equilíbrio e compromisso com a vida humana.
“A justiça é um dos pilares da democracia e deve ser aplicada com equilíbrio, coerência e respeito à vida. Quando decisões geram na sociedade a sensação de tratamentos desiguais, é natural que surjam questionamentos. O povo brasileiro tem o direito de buscar respostas e cobrar transparência”, afirma Maria Yvelônia.
Com trajetória marcada pela atuação na assistência social, na proteção de crianças e adolescentes e na defesa das famílias, Maria Yvelônia destaca que o sistema de justiça precisa estar atento, sobretudo, à proteção dos mais vulneráveis.